Quando o ensino médio parou pra brincar

ESCOLA FRANCISCANA IMACULADA CONCEIÃÃO
Quando o ensino médio parou pra brincar
Alunos do Ensino Médio durante a gincana recreativa, EIC.

Tem uma pergunta que ronda todo aluno do Ensino Médio nas vésperas de julho: o cansaço do semestre vai sobrar espaço pra alguma leveza antes das férias? Na quadra coberta da escola, a resposta veio em forma de bambolê, copo empilhado e um coelho de brincadeira.

A gincana recreativa é a 5ª etapa da Gincana Cultural Franciscana, competição que atravessa o ano letivo em fases: apresentação das equipes, camisetas, EIC Solidário, festa junina, e agora essa. Cada etapa testa uma habilidade diferente. Essa testou o que nenhuma prova escrita consegue medir: cooperação sob pressão, com o relógio correndo e a torcida gritando.

As provas não pediam nada além de coordenação e trabalho em equipe: armadilha com bambolês, jogo da velha com bambolês, buraco do coelho, gol com a mão, canguru vai às compras, pirâmide de copos. Nomes engraçados para desafios que, na prática, colocavam liderança, comunicação e paciência à prova. Um aluno segurando o bambolê torto enquanto o colega tentava passar por dentro já dizia mais sobre trabalho em equipe do que qualquer aula sobre o tema.

Sob a mesma escola que já viu prova de vestibular, os alunos aprenderam que o time só chega ao fim da prova se todo mundo atravessar junto.

A quadra coberta virou o lugar onde o Ensino Médio se permitiu ser, por uma manhã, só isso: aluno, brincando, sem cobrança de nota no fim.

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