Número de casos de dengue avança em Dourados

Escola Franciscana Imaculada Conceição
Número de casos de dengue avança em Dourados

Segundo os dados publicados pelo Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde de Dourados, até o dia 25 de maio a cidade tinha registrado quase 2 mil notificações de dengue somente esse ano, das quais 1045 foram confirmadas. Em tempos de pandemia pelo Covid-19, a dengue segue, de forma silenciosa, se espalhando pela cidade.

Frente a essa estatística, é importante que as famílias que estão em isolamento aproveitem para cuidar do seu espaço em casa e eliminem possíveis focos do mosquito Aedes aegypti. Vale lembrar que o cuidado constante com jardins e quintais reduz drasticamente a possibilidade de propagação da doença.

Segundo o relatório, o distrito de Itahum lidera o número de casos, com 60 confirmados. Logo depois, vê, respectivamente: o bairro Cachoeirinha, com 36 casos; o distrito de Indápolis, também com 36 casos confirmados; o Água Boa, com 35 e o Parque Alvorada, com 26. Outros cinco bairros aparecem com até 20 casos registrados: Parque das Nações, com 23; Canaã I, com 22, Pantanal, com 21 e Industrial  e Jardim Maracanã, ambos com 20 casos.

 

Ainda segundos dados da Secretaria de Saúde do Estado, em 2019, o Mato Grosso do Sul registrou o total de 85.303 casos. Nesse ano, até o dia 20 de maio, esse número já chega a 57.924 casos positivados. Com base na perspectiva de aumento da propagação da dengue, destacamos os cuidados que sempre são lembrados em sala de aula e nas dependências da escola como medida de enfrentamento à doença:

 Segundo as orientações do site do Ministério da Saúde, a melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia - quando os mosquitos são mais ativos - proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

No momento, só existe uma vacina contra dengue registrada na Anvisa, que está disponível na rede privada. Ela é usada em três doses no intervalo de um ano e só deve ser aplicada, segundo o fabricante, a OMS e a ANVISA, em pessoas que já tiveram pelo menos uma infecção por dengue.

Esta vacina não está disponível no SUS, mas o Ministério da Saúde acompanha os estudos de outras vacinas. (fonte: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/dengue).

 

 

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