Manoel de Barros, muito prazer...

Escola Franciscana Imaculada Conceição
Manoel de Barros, muito prazer...
Interação entre os alunos e a obra de Manoel de Barros, uma aventura

Manoel de Barros é um ícone da literatura sul-mato-grossense e tem uma obra vastíssima, que precisa ser explorada. A riqueza da infância é tão presente em sua obra que, por esse motivo, a contadora de histórias Rejani Vendramini escolheu outubro para apresentar o autor aos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. “Este mês comemoramos o dia das crianças e o aniversário de nosso estado, aproveitamos a oportunidade para falar das riquezas naturais e culturas do MS”, diz Rejani.

Para a contadora, o projeto “Criançando com Manoel de Barros - As coisas que não tem nome são mais pronunciadas por crianças” proporciona momentos de encantamento aos alunos, levando-os a conhecer a vida e obra de Manoel de Barros. “Uma obra tão importante para nossa região como essa deve ser aprendida desde a primeira infância e não somente na preparação para o vestibular”.

O encontro apresentou a poesia de Manoel de Barros para as crianças, de forma bem lúdica,  proporcionando o encantamento pelo autor, o conhecimento de sua história e obra, além de incentivar as crianças a escreverem poemas. “A intenção é levá-las a respeitar o modo de ver o mundo de uma criança, pois somente encantado com este sentimento bom da infância, conseguimos nos deliciar com os despropósitos de Manoel de Barros” pontua Rejani, dizendo-se encantada ao observar as crianças percebendo os neologismos (emprego de palavras novas, derivadas ou formadas de outras já existentes) e ilogismos (ausência de ordem ou de lógica, qualidade do que é contrário à lógica) nos versos apresentados e fazendo questionamentos.

“Só pode ter sido o Manoel de Barros que inventou essa palavra”, disse uma delas. “Ver eles saírem do espaço com a letra da música na cabeça, entendendo que brincar de ‘Rio inventado’ é muito importante, nos faz acreditar que momentos como esse são de muito aprendizado e que aprender de forma lúdica é mais divertido e de fundamental importância”, finaliza a contadora de histórias, satisfeita.

 

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