Hora cívica remota

Escola Franciscana Imaculada Conceição
Hora cívica remota
Mães também participaram do momento de homenagem

Novo normal. Assim está sendo chamado o retorno à normalidade pós pandemia. Dentro das atividades pedagógicas remotas da EIC, entretanto, isso já é realidade. Novas estratégias estão sendo aplicadas pelos professores e as vivências da escola agora estão sendo realizadas de forma “normal” com os estudantes nas suas casas. Exemplo disso é a hora cívica proporcionada pela professora Cleusa Barros a seus alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, pela passagem do dia da independência do Brasil.

A professora orientou os alunos em reflexões sobre o que significa a independência, sobre o papel da esperança, os questionou a respeito de seus desejos para o nosso país e ainda envolveu a família, ao pedir que as mães participassem com algo sobre a data comemorativa.

Fernanda Anami, mãe da aluna Laryssa declamou uma poesia feita por uma menina de oito anos – mesma idade dos alunos da turma. “Participar como mãe faz parte. É muito importante tanto para a criança, quanto para a gente estar sempre presente. Sempre que posso participo da oração da manhã com ela, antes de sair para o trabalho”, diz, referindo-se `sua presença na aula da filha. A mãe também destaca a importância que deve ser dada à responsabilidade de ser cidadão: “As crianças hoje crescem sem saber o hino nacional e isso não e legal. A professora apresentou a letra para eles, ensinou a postura na hora de cantar o hino... Acho isso importante”, considera, destacando a necessidade de acontecerem horas cívicas na escola de forma regular.

A avaliação da professora Cleusa também foi positiva. “Os alunos do 3º ano participaram, de forma remota, das homenagens ao Dia da Independência do Brasil, com frases de otimismo e esperança para a nossa pátria. O Hino Nacional Brasileiro foi cantado pelas crianças e algumas mães recitaram poesias que aprenderam na infância”, conta a professora, que considerou como um momento de troca de saberes e grande emoção.

“Falar do Brasil para as crianças, em tempos de pandemia, é cultivar a esperança de dias melhores para todos. A educação nos convida a semear a esperança de um Brasil próspero e feliz, apesar de tudo”, finalizou ela.

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