Começando a gincana com estilo

ESCOLA FRANCISCANA IMACULADA CONCEIÃÃO
Começando a gincana com estilo
3ª Série (EM) desfilando com sua bandeira e camisetas representando o Japão. - 17/06/2026

Tem um momento na gincana da EIC que é diferente de todos os outros. Não é a prova mais difícil. Não é a etapa mais disputada. É quando as camisetas aparecem pela primeira vez. Quando cada turma entra na quadra com sua cor, seu tema, sua identidade definida, e a escola inteira para pra olhar. Esse momento aconteceu na sexta-feira, dia 12 de junho, e quem estava lá sabe: foi bonito demais.

O Ensino Fundamental Anos Finais chegou vestindo o mundo. Cada turma escolheu um país e o representou com orgulho: África do Sul, Alemanha, Brasil, Estados Unidos, França, Japão e Portugal. Sete nações, sete identidades visuais, sete formas de mostrar que a EIC forma alunos com olhos abertos para além das fronteiras de Dourados. Ver essas turmas desfilando foi como uma pequena viagem ao redor do mundo feita no pátio da escola.

E O desfile continua com o Ensino Médio, com seus temas franciscanos que deram outro peso e outra beleza ao momento.

A 1ª série, com o amarelo que aquece e o tema Louvor à Criação, entrou lembrando que tudo que existe é sagrado e merece ser celebrado. A 2ª série, no azul sereno do tema Perfeita Alegria, trouxe a alegria que não depende das circunstâncias, aquela que Francisco de Assis encontrou mesmo nas situações mais difíceis. E a 3ª série, no vermelho vibrante dos Instrumentos de Paz, fechou o desfile com a força de quem está no último ano e sabe que cada gesto conta.

Louvor, alegria e paz. Três cores. Três temas. Uma escola inteira que entendeu o recado.

O que tornou esse momento ainda mais especial foi a presença do Ensino Fundamental Anos Iniciais assistindo às camisetas dos maiores. Os menores olhando para os mais velhos com aquela mistura de admiração e animação de quem já sabe que um dia vai estar ali também. É essa corrente que faz a gincana da EIC ser o que ela é: uma tradição que se renova a cada ano, que conecta gerações e que ensina, muito antes de qualquer prova, que pertencer a algo maior do que si mesmo é uma das coisas mais bonitas que existem.

A gincana acabou de começar. Mas o coração dela já estava ali, naquela quadra, nas cores que balançaram ao vento na sexta-feira de junho.

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